O papel das startups de educação no Brasil.

Enviada em 24/10/2019

A partir da Revolução Digital, parte do processo de Revolução Industrial, ocorrida nos anos de 1970, expandiu empresas inovadoras e, posteriormente, começou a ser constituídas com bases tecnológicas, as startups. À vista disso, esse recente modelo de negócio está imergindo na educação, conhecido como Edtechs, e possui papéis importantes como uma aproximação das famílias às escolas e um ensinamento mais individualizado. No entanto, mesmo com tanta relevância, essas companhias possuem desafios para serem inseridas por completo nas instituições de ensino, principalmente, aquele que é público.                                                                                                                                                 Vale ressaltar, a princípio, como aplicabilidade das Edtechs o decrescimento da distância entre os familiares, as escola e um ensino mais exclusivo. Nesse sentido, consoante a educadora alemã, Martina Roth, a tecnologia facilita não só o acesso das famílias aos professores, mas também aos gestores e oferece, conjuntamente, uma relação mais personalizada com o aluno. Desse modo, como a tecnologia está presente nas Edtechs, é capaz, então, de permitir que pais tenham acesso por aplicativos às notas, avaliações, professores e à frequência de presença, prevenindo até mesmo a evasão escolar, como por exemplo a startup Mira Educação, que exerce esse papel. Nessa continuidade, com a Edtech, cada aluno é capaz de acessar cursos, aulas particulares online no seu lugar e momento de preferência, e sites que reconhecem falhas e potenciais como a plataforma Geekie, tornando o conhecimento mais individual e personalizado.                                                                            Ademais, a não efetivação desses papéis por completo é devido à ausência de infraestrutura tecnológica nos ambientes educacionais. Nesse contexto, de acordo com o Ministério da Educação (MEC), 48% unidades instrutivas publicas ainda não têm computadores para uso discentes. Dessa forma, uma vez que a escola não há recursos tecnológicos não é possível a inserção integra das startups, já que esta é comumente de base cientifica.                                                                                   Diante dos fatos mencionados, portanto, é necessário que o MEC conecte escolas com tecnologia pedagógica em rede pública de ensino. Isso deve ocorrer por meio da ampliação e aplicação em todos os âmbitos educacionais o projeto Um Computador Por Aluno (UCA), distribuindo quantidades suficientes de computadores ou tablets nas escolas e também promovendo a instalação de internet nestas, a fim de posteriormente ser possível a inserção de Startup e progredir as inovações iniciadas na Terceira Revolução Industrial.