O papel das startups de educação no Brasil.

Enviada em 23/10/2019

No século XXI, a procura por informações cresce a cada dia e o processo educacional está cada vez mais ligado a meios que facilitem o aprendizado. Nesse sentido, muitas startups tem auxiliado na educação, acrescentando, fornecendo e ajudando a alcançar o conhecimento. Essas empresas tem um grande papel na sociedade brasileira e por isso devem apresentar informações concretas e verdadeiras para que o estudo seja efetivo. Nesse sentido, cabe a avaliação da função e da importância dessas startups na educação no Brasil.

Inicialmente, é preciso entender o que é uma startup. Startup é uma empresa jovem que procura trazer inovações para o mercado de consumo. Existem empresas com diversos focos, mas o educacional tem crescido muito, as chamadas edtechs. Um exemplo é a Skoob, fundada em Janeiro de 2009. Ela é a maior rede social de leitores do Brasil. Nela pode-se criar listas de leituras e favoritos, marcar os próximos livros que quer ler, comentar e avaliar os livros, entre outros. É evidente que a leitura é um dos meios mais importantes para a educação, demonstrando que essa empresa influencia positivamente na sociedade.

Por certo, as startups tem recebido mais investimentos a cada dia, principalmente por trazerem uma forma de revolucionar a educação, o que tem sido valorizado. Dessa forma, o conceito de modernidade líquida, explicada por Zygmunt Bauman, que se refere à desconstrução de estruturas sociais sólidas, está muito visível. Essas empresas focadas na educação estão muito ligadas a um tipo especifico de startup, conhecida como social startup, onde as pessoas têm a ideia de fazer a diferença no mundo, ajudar os outros e gerar resultados positivos para a sociedade, com ou sem fins lucrativos. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Startups, em parceria com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira, mostrou que no Brasil já existem 364 startups de educação. Dessa forma, o Brasil garante a evolução no seu modelo educacional.

Infere-se portanto que, para que novas edtechs sejam criadas e novas formas de estudar sejam compartilhadas, o Ministério da Cidadania deve promover palestras que expliquem o que são as startups e influenciem investidores a participar desse ramo. O Ministério da Educação também deve ter influencia, auxiliando as escolas com a inserção das startups, como exemplo a Skoob, nos meios de ensino, onde os alunos possam ter contato com essas empresas e com o que elas tem a oferecer. Dessa forma, os estudantes terão diferentes formas de estudar e sairão do meio ultrapassado de educação que vivem.