O papel das startups de educação no Brasil.
Enviada em 31/10/2019
Nas últimas décadas a disrupção gerada pelas TICs, trouxe a mudança de paradigmas como também a necessidade de adaptação. Um setor que está passando pela ebulição de oportunidades é o setor da educação, em que as startups inclusas tem como papel favorecer a democratização do ensino, como também aumentar a qualidade da educação. Levando em consideração que o Brasil é um país com péssimos índices educacionais e com graves problemas oriundos do descaso com a educação.
Sendo assim, as iniciativas que favorecem a democratização do ensino, tirando as barreiras geográficas, etnográficas, demográficas dentre outras, são necessárias, levando em consideração a grave exclusão que as gerações passadas sofreram. Com isso, iniciativas de startups na criação de plataformas de moocs (curso online em massa), também as plataformas especializadas no ensino de tecnologias emergentes, como a Alura, outras focadas na educação empreendedora como a Eduk se fazem oportunas. É de se considerar que a demanda pelo acesso à educação é enorme num continental como o Brasil.
Prosseguindo, é alarmante e até vexatório verificar os índices educacionais no qual o Brasil participa. Por mais que nas últimas décadas o investimento em educação aumentou, ainda temos uma educação básica precária e que acaba por comprometer e prejudicar o estudante na educação superior. Consequentemente, para reverter tal quadro as startups que buscam soluções e inovações como a gamificação, realidade aumentada, robótica e o e-learning, são necessárias.
Considerando os benefícios trazidos pelas iniciativa da startups no Brasil, devem-se fomentar tais iniciativas por parte dos governos e instituições financeiras. Os governos devem facilitar as burocracias que envolvem a abertura de empresas como também na arrecadação de impostos e as instituições financeiras prover acesso a capital. Assim as startups educacionais terão combustível para operar e mudar a educação no país.