O papel das startups de educação no Brasil.
Enviada em 07/04/2020
A tecnologia transformou a maneira da sociedade se relacionar e visualizar as situações. Dessa maneira, com o desenvolvimento tecnológico surgiu as startups, empresas emergentes, que impulsionam outros processos, como a educação.Todavia, a ausência de incentivos prejudica o papel das startups na educação, o que dificulta a transformação da educação e seu desenvolvimento.
A priori, a falta de investimentos nas startups produz empecilhos para a mutação da educação. Nesse aspecto, Pierre Lévy, filósofo francês, argumenta que o real é impulsionado pelo virtual, o que permite a transformação e ampliação do que é exibido virtualmente.Dessa forma, a inovação propiciada pelas startups no meio educacional transforma a maneira de aprender e de entender os conteúdos, inovando e mudando a forma que se enxergava em comparação a alguns anos atrás, todavia a ausência de investimentos nessas empresas reduz o seu impacto, o que dificulta o alcance virtual dessa inovação. Dado que comprova o crescimento dessas startups, é uma pesquisa realizada pela Associação Brasileiras de Startups que exibe um crescimento de 20% da receita ao ano, em função da procura realizada e do crescimento proporcionado pelas novas formas de lecionar.
A posteriori, a ausência de investimentos nas empresas emergentes de educação dificulta seu desenvolvimento. Nesse sentido, Milton Santos, geógrafo brasileiro, argumenta que a globalização proporciona uma nova forma de se relacionar, alterando a economia individualista e produzindo uma economia colaborativa com parcerias público e privado. Com isso, o desenvolvimento de startups educacionais pode atingir um novo patamar com o auxilio do governo e com investimentos em novas formas de educação, como as plataformas virtuais, propiciando uma globalização mais colaborativa e menos individualista, o que permitira a adesão de mais jovens ao processo. Dado que comprova essa adesão jovial as novas formas de educação, é uma pesquisa realizada pela Pearson no qual exibe que jovens entre 14 a 23 anos preferem estudar pelo Youtube, por ser mais diversificada e mais divertida.
Portanto, o Ministério da Educação (Mec), em parceria com o Ministério da Economia, deve realizar ações, como investimentos e incentivos, por meio de divulgações e adesão ao processo, da mesma forma que realizam com empresas governamentais, havendo distribuição de crédito e qualificando ainda mais as startups, para que assim seu desenvolvimento seja maior e produza mais impacto social. Ademais, o Mec, em parceria empresas privadas, deve realizar ações, como incentivar plataformas virtuais, por meio de créditos e apoio governamental, da mesma maneira que realiza com sisu, prouni e fies,criando novos ambientes de estudo virtuais e aumentando o alcance das startups de educação, ´para que dessa maneira a economia torne-se mais colaborativa, além de qualificar mais a educação.