O papel das startups de educação no Brasil.
Enviada em 09/01/2021
A Constituição Federal de 1988— fruto da luta dos trabalhadores contra um regime ditatorial, e, por isso mesmo, conhecida como Constituição Cidadã— assegura o direito à educação para todos. Entretanto, percebe-se que a legislação não é cumprida, uma vez que as startups educacionais demonstram um papel preferível às escolas pelos alunos. Sendo assim, é necessário que o povo reivindique seus direitos, de forma a efetivá-los. Diante disso, dois fatores tornam-se relevantes para se compreender a problemática: primeiramente, a falta de verbas destinadas para a educação pública do Brasil; e, também, a importância de incorporar as startups de modo favorável para os brasileiros.
Em primeiro lugar, é válido analisar a precária situação do sistema estudantil no Brasil. Assim, cita-se o economista Sir Arthur Lewis: " Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido." Dessarte, observando as escolas públicas do Brasil, nota-se uma contrária situação na educação do país: as salas de aulas inacabadas, falta de materiais e o baixo salário dos professores demonstram que o Estado não valoriza os investimentos que devem enviar para o ensino. Afinal, os pontos elencados são motivos para os alunos não valorizarem as escolas e optarem por plataformas de startups, o que evidencia a necessidade de o governo aumentar as verbas ao aprendizado.
Em segundo lugar, cabe afirmar a importância de utilizar as startups educacionais à mercê da nação brasileira. Segundo o ex-líder político Nelson Mandela, " A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo". À vista disso, é perceptível que para mudar o Brasil e melhorar o ensino do povo deve-se usar todos os meios de educação disponíveis no mercado, inclusive as startups educacionais. Ademais, plataformas digitais como o Youtube ou Classroom são fontes de infinitas possibilidades, por exemplo, com o uso de tais meios, os professores podem trabalhar de modo online com alunos que tenham dificuldades e precisem de uma aula extra ou, ainda, os trabalhos e lições de casa podem ser enviados de modo mais acessível pelas plataformas. Para tanto, é fundamental que o Brasil se associe a empresas startups e use-as para auxiliar no ensino do país.
Fica nítida, portanto, a necessidade de medidas precisas e detalhadas para se solucionar o empasse. Inicialmente, cabe ao governo federal, afim de melhorar as escolas do Brasil— materiais, salas e o salário de professores— destinar maiores verbas às instituições, com o auxílio de taxas empresariais tal ação será possível. Outrossim, o Ministério da Educação deve, com o apoio de empresas do terceiro setor, ligar-se a companhias de startups e utilizar plataformas como o Youtube para tirar dúvidas dos estudantes e elevar o nível de ensino do país. Finalmente, as startups educacionais terão um papel imprescindível e a Constituição de 1988 será realmente efetivada.