O papel das startups de educação no Brasil.

Enviada em 15/04/2021

Na óptica do filósofo Jean Piaget, a educação é capaz de instruir as pessoas a fazerem coisas novas e não simplesmente repetir o que outras fizeram. Desse modo, é notório que os startups tem papel fundamental para auxiliar a  formação educacional dos dicentes brasileiros. Entretanto, parte da sociedade ainda não faz uso desta ferramenta digital. Inegavelmente, essa segregação se dá pela falta de incentivos governamentais e disparidades econômicas.

Diante desse cenário, vale ressaltar a insuficiência de medidas do Estado para divulgação dos startups brasileiros. Segundo filósofo Brian Street, é preciso educar a cidadania,caso contrário restará uma sociedade mansa e acrítica. Sob esse pensamento, o mínimo investimento por parte do governo na propagação de informações sobre esta nova ferramenta, corrobora para dificuldades de impor essa como papel educacional. Haja vista que, a população tupiniquim não contam programas ou palestras de como fazer o manuseio e o uso correto das novas tecnologias de ensino. Dessa maneira, favorecendo a pepetuação deste problema na conjutura atual.

Outrossim, pode-se destacar as condições econômicas como vetor tonificante deste impasse. De acordo com a Escola Literária do Realismo, os indivíduos são influenciados pelo meio social que vivem. De modo análogo, a parcela da população que sofre com a falta de recursos, como por exemplo a insuficiência ao acesso de computadores e redes de internet, uma vez que essas tecnólogias favorecem para o entendimento de matérias e displinas escolares por meio de empresas educacionais de startups. Ou seja, as disparidades sociais dificulta o amplo acesso aos novos recursos didáticos, pois, geram segregações em camadas sociais, impedindo assim os startups de terem papel fundamental no ensino nacional.

Destarte, fica evidente a importância dos startups na educação,no entanto,os impecilhos de tal ferramenta deve ser discutido com mais atenção. Portanto, urge ao governo a criação de palestras e cursos, com intuito de debater a maneira correta de como utilizar essas empresas para melhorar o sistema educacional do país. Isso deve ser feito por intermédio de profissionais formados na área pedagógica e cibernética, logo, levando o melhor conhecimento das novas tecnólogias de ensino para população tupiniquim. Ademais, cabe também  ao Estado a elaboração de projetos para ampliar as redes de internet e disponibilizar computadores em regiões mais pobres da sociedade, por meio de leis e parcerias com instituições privadas. Enfim, proporcionando à todos os indivíduos os recursos necessários para utilizar os startups na educação brasileira e colocar em prática o pensamento de Jean Piaget.