O papel das startups de educação no Brasil.

Enviada em 20/06/2021

No filme “Silicon Valley(Vale do Silício)",  os protagonistas acadêmicos em programação de aplicativos, possuem dificuldades financeiras em criar uma startup com um algoritmo capaz de economizar tempo e dinheiro nas compras virtuais. Assim como na ficção, no Brasil, muitas startups enfrentam dificildades para conseguirem investimentos na sua ideia, um quadro que é muito frequente em empresas educacionais criadas por pessoas de baixa renda e um ensino precário que atrasa jovens a desenvolverem ideias inovadoras.

Em primeiro lugar, é importante destacar os empecilhos das iniciativas privadas para conseguirem auxilio financeiro em suas empresas. A respeito disso, de acordo com Associação Brasileira de Startups, o Brasil ainda é o 18° lugar em avanço de startups no mundo, mostrando os problemas que iniciativas privadas possuem. No entanto, muitas empresas que possuem o intuito de melhorar a experiência dentro da sala de aula, com aplicativos educacionais tanto para professor e aluno, são menosprezadas por parte dos investidores brasileiros, pois, se baseam em experiências pessoais e também porque a maioria dessas empresas não possuirem uma capacitação técnica especializada em lidar com a necessidade do mercado consumidor brasileiro.

Sob outro prisma, é imprescindível ressaltar que o sistema de ensino tradicional tem mostrado ineficácia no Brasil. Análogo a isso, segundo o Sir Ken Robinson - importante educador americano - em suas palestras na TED, cita um estudo que concluiu que 98% das crianças em idade pré-escolar já tinham um nível compatível ao um gênio. Ao chegar na fase adulta, apenas 2% mantiveram o mesmo nível. Nesse sentido, esse estudo já revela a ineficácia e a falência do sistema tradicional de ensino, que atrasa os jovens na criação de suas ideias inovadoras. Sabendo que, a tecnologia está cada vez mais avançada e facilitando o acesso aos estudantes a sites e aplicativos que promovem o ensinamento mais didatico e promissor.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para solucionar esse imbróglio. Descarte, cabe ao Ministério da Educação, realizar mais investimentos para educação básica e superior, por meio da aquisição de novas tecnologias nas escolas e parcerias com iniciativas privadas, a fim de monitorar resultados, promover projetos integradores e desenvolver habilidades criativas nos alunos. Além disso, O Poder Legislativo pode, ainda, reduzir os impostos e as burocracias para abertura de startups no Brasil, incentivando mais ainda as práticas empreendoras e na sequência, surgir mais ideias semelhantes ao filme “Silicon Valley(Vale do Silício)”.