O papel das startups na mobilidade urbana brasileira.
Enviada em 30/08/2019
“Negar os direitos humanos das pessoas é questionar a própria humanidade delas.” A afirmação de Nelson Mandela, Prêmio Nobel da Paz em 1993, serve para contextualizar o livre arbítrio das pessoas em relação aos meios de locomoção urbana, e o papel do Estado que por vezes inviabiliza a adoção de novas modalidades. Nesse sentido, necessário se faz análise da atuação das diferentes startups de modalidade urbana e a influência governamental sobre elas.
É possível afirmar que o trânsito nos grandes centros urbanos é um obstáculo à produtividade das pessoas. Segundo matéria veiculada no jornal Estado de São Paulo, o paulistano perde até 3 horas diárias em congestionamentos. Comprometidos em facilitar a vida das pessoas, tal qual aproveitar um novo nicho de mercado, empresas aprimoradoras de negócios oferecem ao cidadão soluções que vão desde o uso de patinetes elétricos e bicicletas ao compartilhamento de caronas. Logo, democratizam o direito de ir e vir, além de integrar diferentes modais de transportes.
À proporção que novas formas de transporte tem surgido, o Poder Legislativo, tem debatido intensamente suas regulamentações. Contudo, ao que parece, a atuação de muitos legisladores tem sido pautada por ideologias, e excluem o interesse da sociedade. A exemplo disso, o portal UOL destacou a esdrúxula e fervorosa discussão em torno da necessidade de placas de identificação em patinetes elétricos, e outras exigências que inviabilizariam a atuação de empresas ligadas a este segmento.
Em síntese, é necessária atuação harmônica entre inciativa privada e governo. Aos empresários cabe a contínua inovação, para oferecer à população meios mais eficazes de locomoção. Ao governo, propor legislações que prezem pelo bem estar e segurança dos usuários dessas startsups, sem privar-lhes acesso à inovadores meios de transportes. É assim, integrados que iniciativa privada e governos perenizam boas relações e proporcionam aumento de renda e saúde aos cidadãos.