O papel das startups na mobilidade urbana brasileira.

Enviada em 19/09/2019

Pensar a questão da mobilidade urbana é de grande valia para os interesses sociais contemporâneos. Sabe-se que esse embate desafia a sociedade em sua magnitude a refletir sobre a causa e a buscar resoluções para esse problema, responsável por dificultar o direito de ir e vir dos cidadãos. Sob essa perspectiva, é necessário analisar meios para melhorar o deslocamento das pessoas preservando o meio ambiente.

Torna-se imperante destacar que o trânsito brasileiro encontra-se saturado de modo que o cenário do tráfego configura-se de maneira impraticável. Todavia, é necessário entender a urgência de expandir os novos meios de locomoção e a influência social que as startups desenvolverão com essa flexibilização dos meios de transporte. Diante disso, é importante salientar que ações como o uso de bicicletas, por exemplo, são de suma importância e portanto, devem se ampliadas.

Assim, é que se destaca mais um preponderante desfio dessa conjuntura: a segurança e o suo de EPI (Equipamentos de proteção individual) nos novos transportes. A falta de instrução e conhecimento no que diz a respeito desse quadro falta de visão crítica no que concerne ao zelo pelo bem estar dos que utilizam esses transportes situação essa que deve ser modificada. Neste contexto, é necessário que as informações sobre essa mobilidade sejam mais acessíveis para toda população, de modo que o risco à segurança seja evitado.

A problemática do papel das startups na mobilidade urbana apresenta-se como mais um desafio social a empreender. Por conseguinte, espera-se que as startups com auxílio do Governo Federal implemente ou ampliem os meios de transportes acessíveis e sustentáveis nas cidades por meio de uso de patinetes elétricos e bicicletas, a fim de promover uma dinamização do trânsito. Dessa forma, será possível vislumbrar uma sociedade dinâmica e pautada nos moldes sociais democráticos.