O papel das startups na mobilidade urbana brasileira.
Enviada em 24/10/2019
Na metade do século XX, através do presidente JK, o Brasil passou a ter grande investimento em estradas, promovendo o maior deslocamento. No entanto, o que foi um grande aliado para a mobilidade urbana no século passado se transformou no grande vilão do século XXI. Diante disso, cabe analisar a mobilidade brasileira e as inovações das startups para que aja melhoria urbana.
De início, é válido relatar que há no Brasil uma mobilidade desordenada e que provoca grandes congestionamentos. Tal fato pode ser comprovado por meio dos longos congestionamentos nas grandes cidades, uma vez que, segundo a Folha de São Paulo, no Estado de São Paulo é possível passar mais de 3 horas no trânsito por dia. Essa realidade advém do aumento populacional, pouca demanda dos transportes públicos e da sua péssima qualidade, provocando na população a busca pelo transporte individual e, devido a falta de planejamento, reflete no inchaço urbano.
Por outro lado, as empresas startups que trabalham com a mobilidade urbana, trás uma nova perspectiva para essa realidade. Isso porque, os patinetes não causam poluição ambiental, nem sonora, uma alternativa eficiente para diminuir os grandes congestionamentos. Entretanto, as vias públicas não obtém infraestrutura para adequar a esse novo molde. Prova disso são as reportagens divulgadas pelo G1 mostrando que a cada 100 mil usuário de patinetes, 25% sofrem acidentes no transito reforçando que é necessário reaver e melhorar o planejamento urbano.
Sem duvida, é imprescindível que haja melhorias na mobilidade urbana. Sendo assim, o Governo Estadual deve fomentar um novo plano de mobilidade urbana que valorize as vias alternativas, ampliando as faixas de patinetes e bicicletas para aumentar a quantidade de pessoas utilizando esse molde, não só nos grandes centros, mas que liguem a subúrbios. De modo que seja possível diminuir o fluxo de carros, ajudar o meio ambiente, colaborar para uma vida mais saudável da população, a fim de que a mobilidade urbana não seja mais vista como vilã e sim aliada de todos.