O papel das startups na mobilidade urbana brasileira.
Enviada em 20/03/2020
Com o plano de governo do presidente Juscelino Kubitschek “50 anos em 5”,na década de 60, tomou medidas de construção de estradas e o uso de veículos particulares pelos cidadãos. Nessa visão, a mobilidade urbana brasileira provocou mudanças na urbanização das cidades, contribuindo para o aumento de gases poluentes na atmosfera. Com a superlotação e o grande impacto poluidor que os veículos causam surge as startups como uma possibilidade de diminuir os problemas da mobilidade urbana brasileira. De acordo com a fenabrave a venda de automóveis particulares cresceu 14,6% em 2018. Ressaltamos que a intensificação que o Brasil teve na década de 60 em consumo de veículos particulares não reduziu pelo contrário aumentou gradativamente. Com isso,o grande uso de transportes causa grandes impactos ambientais e sociais, assim a necessidade de implementar as startups como uma alternativa viável para locomoção, visto que podem ser utilizadas como aplicativos que os cidadãos brasileiros conseguem se comunicar com motoristas que fazer o translado ao destino que o usuário deseja, assim, reduz o número de automóveis no trânsito, consequentemente, auxilia a mobilidade a fluir com mais eficiência. Além disso, as startups ajudam na redução dos gases pesados que são liberados em grande parte pelos transportes que são utilizados diariamente nas cidades brasileiras. Podendo ver atraves do trabalho da startup Carbono Zero, criada desde 2010, realiza serviços de entrega, através de bicicletas, motocicletas elétricas e furgões elétricos com o intuito de reduzir a poluição do ar e de acordo com o empreendedor a frente dessa startup, Leonardo Lorentz, a Carbono Zero realiza em média 45 mil entregas por mês, ou seja, colabora para o meio ambiente, visto que para todas essas entregas não houvesse emissão de gases poluentes. Com isso, a implementação das startups no território brasileiro intensifica a relação entre sustentabilidade e o negócio, corroborando para a reflexão em muitas empresas brasileiras que não praticam o desenvolvimento sustentável, além do consumo consciente entre a população. Sendo importante ao Estado o investimento em startups, através do incentivo em trabalhos científicos brasileiros que desenvolvem projetos de mobilidade urbana, como também parcerias com serviços de startups internacionais para que, assim haja a valorização de projetos brasileiros e uma ação mais rápida em aplicar startups utilizadas mundialmente. Além disso, o Estado em conjunto com o Ministério da Infraestrutura devem elaborar um plano governamental para reestruturar a mobilidade do Brasil, com o intuito de flexibilizar o meio e mitigar a superlotação urbana.