O papel das startups na mobilidade urbana brasileira.
Enviada em 31/03/2020
Andar pensando diferente
“Nos entendemos que neste mundo a liberdade, é um direito essencial para o ser humano.” Começo este texto citando o CEO de uma startup gaúcha de transporte, com o objetivo de questionar até onde estamos preparados para a liberdade que essa revolução nos propõe? Onde realente poderia se encaixar esse novo serviço em um mercado atrasado? No nosso contexto atual, a palavra compartilhamento nunca esteve tão em destaque, apartamentos, carro e entre outros. Falando apenas em Brasil e limitando-se aos patinetes elétricos podemos ter uma ideia da situação quando observamos o estado deplorável em que os patinetes ficaram após um mês de uso. Não estamos preparados para tal revolução por falta de cidadania, ou seja, queremos usufruir dos patinetes, contudo não respeitamos as regras. Você sabia menores de idade não poderiam conduzir os mesmos, sendo o grande público menores de idade. Usar capacetes e andar fora da calçada eram regras não atendidas por nós. Para entendermos melhor, devemos ter noção que esse serviço vem como forma de compartilhamento, um conceito crescente e fazendo parte de um termo chamado economia de ajuda ou economia colaborativa. Essa consiste em compartilhar-se algo para evitar-se de comprar. Tendo em vista esses conceitos podemos entender que o que se cria é um novo mercado, focado em sustentabilidade.
“O custo do progresso foi o nosso presente, que progresso queremos deixar o nosso amanhã?”. Término com essa reflexão de um autor desconhecido na qual nos remete a respeito pelo nosso ontem pois, sem ele continuaremos perdendo oportunidades de melhorar e possibilitar um amanhã melhor.