O papel das startups na mobilidade urbana brasileira.

Enviada em 31/03/2020

Um estudo da TemBici aponta que o aplicativo Bike Sampa cresceu 2.432% entre fevereiro de 2018 e janeiro de 2019. Os usuários mantêm uma média de 41 minutos de pedaladas nos dias de semana. Martins afirma que, em São Paulo, 90% das pessoas que utilizam as bicicletas compartilhadas fazem uso diário. Outro dado do levantamento evidencia a relevância da integração com outros meios de transporte: 40% da utilização do sistema começa ou acaba em uma estação ou terminal de trem ou metrô. Guillermo Petzhold, especialista do WRI Brasil, reconhece a importância da popularização de aplicativos como o BikeSampa, mas faz um alerta: “Uma solução sozinha não conseguirá atender a todos”.

Para Petzhold, é importante que a cidade ofereça um sistema de transporte integrado, onde, por exemplo, a pessoa possa acessar diferentes tipos de modais com o mesmo cartão, algo que ocorre de forma parcial no Brasil.

Estas opções de se locomover pela cidade é um grande benefício para os cidadãos, ter mais oportunidades de fazer exercícios e, além disso, diminuir a emissão de gases poluentes na atmosfera, uma vez que, certa quantidade de carros não circulem pela cidade, é certo que haverão pessoas mais saudáveis se movimentando por via desses meios de transporte alternativos não poluentes.

Entretanto, isso apenas se enquadra em bicicletas, patinetes ou algo semelhante, já que, quando se fala nessa mobilidade urbana, empresas como a Uber, 99 Táxi, usufruem de carros para os clientes chegarem aos seus bem ditos destinos de rota.

Contudo, estas startups são excelentes, em relação ao benefício ao cliente e além disso, da economia, por um motivo óbvio, o dinheiro circulando por meio desses serviços que tanto beneficiam as iniciativas privadas quanto aos trabalhadores empregados nelas.