O papel das startups na mobilidade urbana brasileira.
Enviada em 20/04/2020
Na década de 60 com o plano de governo do presidente Juscelino Kubitschek “50 anos em 5” foi impulsionado no Brasil a construção de estradas e o uso de veículos particulares pelos cidadãos. Nessa perspectiva, a mobilidade urbana brasileira provocou mudanças na urbanização das cidades, além de contribuir para o aumento de gases poluentes na atmosfera pela movimentação dos automóveis. Nesse sentido, com a superlotação e o grande impacto poluidor que os veículos causam surge as startups como uma possibilidade de mitigar os problemas enfrentados pela mobilidade urbana brasileira.
De acordo com a Associação de Concessionárias (fenabrave) a venda de automóveis particulares cresceu 14,6% em 2018. A partir disso, é válido ressaltar que a intensificação que o Brasil teve na década de 60 em consumo de veículos particulares não reduziu pelo contrário aumentou gradativamente. Com isso, o uso massivo de transportes causa grandes impactos ambientais e sociais, assim a necessidade de implementar as startups como uma alternativa viável para locomoção, visto que podem ser utilizadas como aplicativos que os cidadãos brasileiros conseguem se comunicar com motoristas que fazer o translado ao destino que o usuário deseja, assim, reduz o número de automóveis no trânsito, consequentemente, auxilia a mobilidade a fluir com mais eficiência.
Portanto, torna-se imperativo ao Estado o investimento em startups, através do incentivo em trabalhos científicos brasileiros que desenvolvem projetos de mobilidade urbana, como também parcerias com serviços de startups internacionais para que, assim haja a valorização de projetos brasileiros e uma ação mais rápida em aplicar startups utilizadas mundialmente.