O papel das startups na mobilidade urbana brasileira.
Enviada em 29/04/2020
Em decorrência das mudanças advindas do Capitalismo, cada vez mais pessoas são submetidas à rotinas corridas e cheias de compromissos. Devido a isso, alternativas que mesclam rapidez e confortabilidade são crescentemente procuradas. Destarte, o papel das startups na mobilidade urbana brasileira como facilitadora de trajetos mais rápidos e permissora de deslocamentos mais confortáveis é fulcral.
Em primeiro lugar, é válido destacar a importância do tempo na atual sociedade. Em virtude disso, a supervalorização do tempo leva as pessoas a usarem ele para serem produtivos, ou seja, trabalharem. Assim, a presença de startups que diminuam os momentos de translado e consequentemente aumentem sua disponibilização para trabalhar é necessária, uma vez que consoante o intelectual Benjamin Franklin, tempo é dinheiro.
Outrossim, as startups como disponibilizadoras de transportes mais confortáveis também intensifica seu importante papel. Dessa forma, embora a maioria da população se desloque com os transportes públicos, a superlotação e violência evidenciam a deficiência de políticas públicas, as quais deveriam aproximar essa realidade com a ideal, proposta pela Constituição de 1988 que é boa para todos os usuários. Devido a essa disparidade, a procura por meios de locomoção alternativos, que sejam mais agradáveis, aumenta e coloca as startups como principais alvos.
Infere-se, portanto, que ter tempo e estar confortável precisam estar correlacionados. Logo, urge às startups a ampliação do acesso a esses transportes, levando-os até a periferia com o intuito de facilitar a mobilidade urbana para todas as pessoas. Ademais, cabe às ONGs locais em parceria com essas empresas a diminuição no preço do aluguel desses meios de locomoção com o estabelecimento de acordos financeiros que custeiem a maior parte do valor, a fim de que pessoas de baixa renda também possam usufruir desses transportes e tenham a oportunidade de se sentirem confortáveis neles.