O papel das startups na mobilidade urbana brasileira.

Enviada em 06/08/2021

Startup é uma empresa iniciada por uma ideia inovadora e diferente, mas ao mesmo tempo extremamente arriscada. Nesse sentido, é possível constatar que o papel dessas empresas na mobilidade urbana do Brasil é fundamental. No entanto, essa locomobidade tem sido dificultada pelo vandalismo e a postura governamental.

Diante desse cenário, é possível observar que o vandalismo inflingido nos produtos dessas startups piora a mobilidade urbana. Para Pablo Neruda, se tem liberdade para fazer o que desejar, porém as consequências virão, e na sociedade elas são compartilhadas. Ou seja, mesmo que apenas uma parte da população vandalize as iniativas desses negócios - bicicletas comunitárias (como as do Banco Itaú), patinetes elétricos (disponíveis no app da Grin), entre outras - serão cada vez mais escassos, já que os prejuízos ultrapassarão os ganhos.

Outrossim, é correto afirmar que a postura do Estado colabora para a perpetuação desse problema. Segundo o IBGE, apenas 14 em cada 100 municípios possuem ciclovias e 5 em cada 100 oferecem bicicletários públicos, pode-se notar a falta de espaços seguros para a utilização de serviços das startups. Causando, assim, o medo da população em usar esses serviços em seu dia a dia.

Verifica-se, então, a necessidade de soluções para atenuar essa problemática. Cabe ao Poder Legislativo, orgão responsável pela elaboração de leis, investir em mais suportes para as startups, por meio da construção de mais ciclovias por todo a país e mais fiscalização - com câmeras e rondas de guardas - em pontos onde os meios de transporte são retirados, a fim de que a sociedade brasileira perca o medo da utilização dos serviços dessas empresas. Assim, cada vez mais empresas estarão interessadas em contribuir para a mobilidade urbana.