O patriotismo em questão no Brasil
Enviada em 21/10/2019
Na trilogia “Capitão América”, o protagonista Steve Rogers, luta por seu país em guerras contra a organização “Hydra”, demonstrando coragem e patriotismo. Fora de ficção, o patriotismo em questão no Brasil apresenta índices negativos, visto que a população que se difere entre os espectros políticos, ao invés de procurar por políticos competentes, optam por escolher políticos que pregam ignorância.
Antes de tudo, é importante esclarecer como a escolha de um político que induz a ignorância está diretamente associado ao fim do patriotismo no Brasil. Nesse sentido, é de senso comum - ou deveria - que políticos que influenciam os discursos de ódio tendem a serem populistas, como por exemplo, o governo de Hitler, em que conseguiu apoio dos alemães fomentando ódio aos Judeus. Sendo assim, o conceito de democracia é amputado e o abismo entre intolerantes e patriotas torna-se, portanto, maior.
Ademais, partindo dessa verdade, nota-se que a população ao invés de defender a busca por um país melhor, acabam lutando por políticos que apoiam a intolerância. Sob perspectiva socióloga de Zygmunt Bauman, enquanto houver quem alimente a intolerância, haverá quem defenda a discriminação. Tomando como norte a máxima do autor, para a resolução da falta de patriotismo no Brasil são necessárias alternativas concretas que tenham como protagonista o MEC e a mídia.
Em suma, o Ministério da Educação (MEC) por seu caráter educacional e abarcativo deverá promover aulas que visem garantir, efetivamente, a dissociação entre políticos que pretendem trazer melhorias ao país. Sobre isso; a escola, formadora de caráter, deverá incluir matérias que ensinem na vida escolar uma educação política, através de livros e e-books; a mídia, deverá veicular campanhas por propagandas mostrando a diferença entre políticos patriotas e aqueles que pregam a ignorância negligenciando o patriotismo. Somente assim, construir-se-á um país melhor.