O patriotismo em questão no Brasil
Enviada em 02/11/2019
No século XX, durante a primeira e segunda Guerra mundial nós tivemos os maiores exemplos de patriotismo de nossa história. Tomemos como exemplo a AFA (academia da força aérea) em que com imensurável coragem pilotos de caças brasileiros escreviam em suas bombas “fé, coragem e senta a Puá” enquanto atiravam-se em direção a linhas inimigas representando sua nação.
Contrariamente, hoje notamos uma população descrente de seu país, de sua nação e mesmo do seu futuro. O que historicamente abre alas para ideais radicalistas, como as ocorridos na Alemanha pós fim da primeira GM com a ascensão do partido Nazi. Não podemos esperar um füher para que haja patriotismo. Nem mesmo esperar Copas do Mundo para que brasileiros e brasileiras lembrem-se do poder de seu país.
Exemplificando, temos adultos e crianças que sequer sabem seu hino nacional, a simbologia e história por trás de suas vivências. Observamos um país pelo qual o serviço militar é obrigatório pela falta de interesse em servi-lo, temos a infame fama de sermos um povo “paga pau” (linguagem informal de dialeto oral) de estrangeiros. O que já fora tema em diversas noticias sobre a cultura e prática de brasileiros.
Em suma, perdemos nosso “puá”, termo que designa patriotismo frente aos outros. Perdemos nossa fé em políticas públicas vazias de governos obsoletos e corruptos. Carecemos de energia. Mas não com festas carnavalescas, olimpíadas e futebol e sim com ensino, arte e história. Concluindo, é de suma importância a presença de órgãos como o MEC (Ministério da Educação) viabilizando políticas publicas que tenham por objetivo projetos escolares e familiares que incentivem o patriotismo. Países como os Estados Unidos da América não têm seu sucesso atoa, sua população estende bandeias americanas em frente a escolas, casa, hospitais e outros, sempre pensando na grandiosidade e desenvolvimento de sua pátria. Necessitamos de semelhante vontade de amar nosso país e de defende-lo com ardor.