O patriotismo em questão no Brasil
Enviada em 03/11/2019
O artigo 1° da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada em 1948, assegura que todos tenham os mesmos direitos. Entretanto, no Brasil a desigualdade está presente em diverssos aspéctos da sociedade, incluindo o acesso ao cinema, onde pessoas ditas de classe baixa sofrem problemas, não só pela falta de políticas públicas, como também pela elitização de ambientes comerciais. Nesse sentido, se faz necessário promover a democratização do acesso ao cinema no Brasil.
Primeiramente, de acordo com o filósofo Friedrich Hegel “O estado é o pai da população, e tem o dever de cuidar de seus filhos”, ou seja, se há desigualdade no acesso ao cinema, concluimos que nesse aspecto o estado está falhando. Portanto, é necessário a ampliação de políticas públicas visando o fim da desigualdade do acesso ao cinema.
Ademais, no livro “Oportunidades Disfarçadas”, escrito por um empresário e publicitário brasileiro. " O lucro do cinema vem principalmente da venda de pipocas e outros alimentos, já a venda de ingressos só cobre os custos dos direitos de reprodução dos filmes", esses fatos influênciam os donos de cinema, a construir um espaço de alto padrão, visando atrai um público de maior poder aquisitivo. Desse modo, á postura dos empresários precisa ser reavaliada.
Diante do exposto, medidas para incentivar a democratização do acesso ao cinema se fazem necessárias. Assim cabe ao poder público por meio do ministério da cultura, que providenciar o espaço e redução no imposto para os empresários, para organizar exposições de filmes em locais públicos ou de custo de entrada baixo, para que não só os empresários tenham público maior, para aumentar suas vendas de pipocas e outros alimentos, mas também incentive a democratização do acesso ao cinema, respeitando em fim a Declaração Universal dos Direitos Humanos.