O patriotismo em questão no Brasil
Enviada em 03/04/2020
O sentimento patriótico não é o mesmo
No livro O triste fim de Policarpo Quaresma, a narrativa gira em torno do personagem mencionado no título, Policarpo Quaresma, um funcionário público que tem como sua marca o patriotismo para tudo que se referia ao Brasil. Tal obra, contudo, não representa mais a população brasileira, haja vista o deficitário no sentimento a pátria. Tal problemática ocorre em virtude, da corrupção e pela confusão primária do sentimento patriotiótico nacional com o nacionalismo fascista.
É importante ressaltar, em primeiro plano, de que o enriquecimento ilícito, a deterioração do ambiente de negócios, o enfraquecimento dos programas sociais e o empobrecimento do Estado são as consequências mais destacadas da corrupção. Por conseguinte os brasileiros estão deixando de ser patriotas. Segundo dados da Receita Federal, nos últimos sete anos o número de pessoas que optaram por deixar o Brasil para viver em outro país cresceu 165%. A decisão de migrar está ligada à razão da insatisfação com o país, porque hoje o Brasil é efetivamente reconhecido como um lugar muito injusto com quem trabalha e empreende honestamente.
Cabe mencionar, em sengundo plano, que o fascismo foi um movimento palítico, como estabilidade por Benito Mussolini na Itália, em 1922, fez prevalecer os conceitos de nação e raça sobre os valores individuais e que era representado por um governo autocrático, centralizado na figura de um ditador.
É evidente, portanto, que a dificuldade de ser patriota é agravado por causa de corrupção e confunsão do sentimento pratriótico nacional com o naciolismo fascista. Dessa forma, é necessário que aja uma redução no quadro de pessoas que estão no serviço público por indicação política, sem prestar concurso. Logo é fundamental, o almento na divulgação de informações do poder público, outro fator a ser observado é estimular participação do brasileiro na política.