O patriotismo em questão no Brasil
Enviada em 19/09/2020
Como dizia Aristóteles, filósofo grego do período clássico na Grécia Antiga, “A política não deveria ser a arte de dominar, mas a arte de fazer justiça”. Portanto, a política deveria ser a aliada da população, gerando naturalmente um patriotismo de cada indivíduo. Sem exemplo de uma política bem executada não há patriotismo sincero.
Primeiramente, existem dois tipos de patriotas, os que lutam por um país melhor e os quais apoiam o declínio do Brasil. Para a primeira opção, não há necessidade constante do lucro, mas sim do bem estar da cidadania e da natureza de onde vivem. A segunda opção, visam o capital em primeiro lugar, não se importando com as consequências para o meio ambiente e a qualidade de vida dos cidadãos.
É preciso considerar que, para que haja patriotismo é necessário o sentimento de pertencimento do lugar. Logo, precisa-se de uma política igualitária, visando o bem estar do próximo, sem que uma minoria se sinta excluída de seu próprio país. Todos precisam das mesmas oportunidades, principalmente da educação para o crescimento pessoal e intelectual, porém isto não ocorre no Brasil.
Em síntese, o governo juntamente com o Ministério da Educação necessita-se de uma reforma no que tange a infraestrutura e salários, diminuindo dos políticos e aumentando dos professores para melhor ensino e disponibilidade, da mesma forma é preciso realizar palestras, explicando os motivos de muitos não se sentirem pertencentes no país, por consequência da desigualdade social e incentivar a lutarem pelos seus direitos, por meio de manifestações e conhecimento.