O patriotismo em questão no Brasil

Enviada em 26/09/2020

Sobretudo vale citar que o brasileiro nunca tivera um real motivo para se tornar patriota. Sempre houve a divisão (generalizada) de conservadores e liberais desde a época do primeiro reinado. Ou seja, a população nunca se uniu por uma causa da nação, e sim apenas para o interesse de seus respectivos “grupos”. Além do mais, o governo do Brasil não deu exemplo para orgulhar-se de estar nele.

Inopinadamente o estado cria e participa de corrupções, afetando os investimentos em propriedades públicas e na qualidade destas. Logo, é visível que a população verá as obras estatais com outros olhos, enquanto fundações privadas (muitas vezes de outros países) ganham o elogio dos consumidores.

Acresce que a chegada de estatais de outros países influência a opinião da massa, e a ideologia de outro país ser melhor ou mais refinado que o de origem se alastra pelo território, outrossim, os políticos do poder criam rivalidades entre os grupos, tirando o foco de suas ações e afundando mais e mais o patriotismo.

Ser patriota é se sentir parte de um local, uma nação. Se identificar com outros e se orgulhar disso. No entanto, quando diversos grupos são oprimidos e desvinculados de certas oportunidades, se torna difícil a conciliação patriotista. Segundo dados do correio brasiliense, o Brasil não avançou no combate à corrupção nos últimos 2 anos, e passou a ocupar a 106 posição, com 35 pontos no índice de percepção da corrupção.

Em suma, é necessário por parte da população exigir saber o que está acontecendo com seu dinheiro (impostos), e verificar que são para fins comuns, para se ter um país inclusivo de todos. Também do governo, que deve buscar meios para melhorias do próprio território, sem “depender” de outra habitação, assim como influencias patriotas que se tornem visíveis e que deem motivos de orgulho para a nação, como era na época da copa de 2014 visto o futebol, toda gente unida por algo em comum.