O patriotismo em questão no Brasil

Enviada em 30/09/2020

O livro de Lima Barreto “O triste fim de Policarpo Quaresma” traz a estória de um patriota, que era tão apaixonado pelo o que era oriundo do próprio país da mesma forma que abominava o que vinha do exterior; o respeito que Major Policarpo Quaresma tinha pela pátria, por vezes era considerado exacerbado. É evidente que essa valorização tão singular do que é originado do Brasil, atualmente deixa-se a desejar, visto que problemas como na infraestrutura e a possibilidade de compras pela internet, tem feito muitos enxergarem a grama do vizinho mais verde que a sua.

Em primeiro âmbito, é importante salientar que a Constituição de 1988 prediz os direitos básicos do cidadão brasileiro, sendo eles: educação, segurança e saúde; porém, a falta de atenção às infraestruturas de bairros periféricos (que são de grade quantidade no país) tem dado as essas populações uma visão que acreditam ser utópica de uma vida melhor, deixando de crer no próprio país e não se sentindo pertencente à este ambiente, consequentemente visionando o lado “de fora” e julgando ser melhor.

Em segundo lugar, desde 1500, com a chegada dos portugueses no Brasil, os nativos aos poucos  foram deixando suas próprias crenças e cultura para seguir as do estrangeiro; pode se perceber, então, que o patriotismo vem sendo deixado desde o século XV. Semelhantemente àquele tempo, com o uso da internet, o brasileiro tem deixado de adquirir produtos originalmente do próprio país, para obter internacionalmente o que deseja, visto que por muitas das vezes, não há cobrança de impostos; se esquecedo das riquezas de origens. Fica, assim, clara a valorização do produtos do exterior graças a facilidade e ao valor, embora o país apresente opções para tal, dando mais um exemplo de preferência ao exterior e não onde nasceu.

Portanto, é mister que o Governo aplique não só melhorias, mas como também mudanças nas infraestruturas das regiões mais necessitadas do país, para que seus moradadores vivam em um ambiente digno e possam se sentir bem-vindos e pertencente aquela localdade; assim como é dever da escola esinar o aluno com o uso de filmes, livros — pricipalmente da lteratura brasileira — e paletras, a importância de valorizar sua própria cultura, crença e pátria, dando a ele a visão de uma país melhor através de suas escolhas futuras, baseadas no que aprendeu, a fim de que possa crescer e se tornar pelo menos dez por cento do que Policarpo Quaresma era descrito ser.