O patriotismo em questão no Brasil

Enviada em 01/10/2020

A humanidade não se resume em bandeira

Segundo o pensamento do iluminísta francês Rousseau, acredita -se na bondade da natureza humana, que se corrompe mediante a sociedade. Consoante a essa ideia nota-se a desconfiança do filósofo em que um dia a interação social possa ser bem sucedida em todas as áreas, e isso pode ser concordado se observar o mal desempenho entre o convívio dos indivíduos devido o patriotismo, que prioriza a nação e não a humanidade, provocando conflitos por causa de ideologias totalitárias e informações negligentes.

Em primeira instância é primordial destacar que líderes autoritários pregam a luta a todo custo para representar o território que habitam, usando utopias de que isso é o mínimo que os cidadãos podem fazer pela gratidão de morarem naquele local. Contudo, isso levou a morte de muitos inocentes em guerras civis ou até holocausto como o que Hitler causou, defendendo a ideia que só deveria existir a raça ariana naquele lugar e com seus seguidores tentou exterminar o resto da população.

Já em segundo plano pode-se ter informações erradas, mostrando só o lado imaginário do patriotismo, induzindo uma consciência de que é um dever lutar e conservar antigos pensamentos sociais, sem analisar o que realmente é o melhor para todos. Desse modo, hodiernamente depois de manifestações das diretas já, para o Brasil voltar a democracia, ainda tem indivíduos que dizer ser a favor do retorno de um regime que não precisa justificar seus atos, por ter informações de um falso aumento do PIB, que só favoreceu a classe alta.

Dado o exposto, conclui -se que o nacionalismo gera apenas interesses públicos, descartando o indivíduo. Nesse sentido, cabe ao ministério da educação criar palestras em auditórios escolares para os alunos de ensino médio, junto com profissionais dos direitos humanos, mostrando que é importante cuidar do país, mas que o principal é o ser humano e o respeito pelas diferenças, para assim atingir a uma sociedade de sucesso.