O patriotismo em questão no Brasil

Enviada em 28/11/2020

“O Triste fim de Policarpo Quaresma”, obra literária pré-modernista, retrata a vida do exímio funcionário público e patriota Policarpo. Em contraste ao livro, a população brasileira perpetua à cultura de exaltação internacional, enquanto desvaloriza a erudição nacional. Sendo assim, é imprescindível a discussão sobre à falta de credibilidade populacional diante o cenário atual, bem como os impactos que o extremismo político traz para o corpo social.

Em primeira análise, vale ressaltar a incredibilidade dos brasileiros em relação ao panorama atual. Na canção “Que país é este”, a banda Legião Urbana expõe a corrupção e a tragédia política que assola a modernidade. Consoante à letra, a crise no país compactua com o estado de calamidade do patriotismo e corrobora a insatisfação perante os três poderes. Em outros termos, a má fé dos políticos frustra a população, uma vez que o número de eleitores ausentes têm aumentado progressivamente, como também a ineficiência da aplicação das leis penais em casos reincidentes.

Por conseguinte, é fundamental a argumentação sobre o extremismo político. No dia “seis de setembro de dois mil e dezoito”, o atual presidente  do Brasil Jair Bolsonaro, enquanto candidato, foi vítima de um atentado extremista no qual levou uma facada na região do abdômen. Conforme o fato, observa-se a negligência dos partidos em diferenciar o pessoal do profissional, assim como estabelecer os limites da competição eleitoral. Dessa maneira, a falta de zelo com a pátria, impossibilita a existência de uma competição justa, tal como desestrutura a crença no patriotismo.

Em suma, reiteramos a importância da pátria brasileira na atualidade. Portanto, é mister que a Imprensa Nacional - órgão responsável pela divulgação governamental brasileira - institucionalize campanhas virtuais que prezem eleições justas e candidatos preparados, por meio de workshops na web, a fim de que a sociedade não seja vítima de impostores patriotas.