O patriotismo em questão no Brasil

Enviada em 30/11/2020

Principalmente a República em sua raiz significa Coisa do Povo  enfatizando o caráter coletivo dessa forma de governo. No entanto, a coletividade, mostra-se desgarrado no que concede ao reconhecimento e amor à sua pátria. Nesse viés, tanto a individualidade contemporânea, como o insuficiente amparo Estatal são antagonistas.

Cabe salientar, a princípio, que a hodierna liquidez nas esferas sociais também corrobora na  atuação política dos indivíduos. Nesse contexto, é notável que, assim a modernidade de liquefez, de modo que o senso de bem comum também perdeu importância. Em consequência, a sociedade preocupa-se em buscar os seus próprios em detrimento aos interesses coletivos, o que reverbera  em um estado de apatia ao desenvolvimento social e à pátria.

Além disso, notável que  o desvio dos ideais republicanos constituídos na Constituição Federal, os quais são imprescindíveis na construção de uma população patriota. Nessa lógica, a efetivação deficiente da cidadania dissertada com o exemplo pelo escritor Gilberto Dimenstein-em seu livro “O cidadão de Papel”- gera a problemática da desigualdade e seus ecos comunitários. Como resultado, o indivíduo desacredita e se desvincula dos sentimentos pátrios, porquanto não o reconhece como promotor de seus direitos, pouco efetuado.

Dessa forma, surge que o Poder Executivo, na forma dos Ministérios, atua no formato aos sentimentos pátrios, a fim de fortificar a noção unitária de uma comunidade. Tal ação se efetivaria mediante concretização da cidadania, de modo a promover direitos como saúde, moradia e educação, além de estimular a responsabilidade, bem como união dos civis desde a educação básica.