O patriotismo em questão no Brasil
Enviada em 27/11/2020
A república significa “assuntos públicos” na etimologia latina, enfatizando as características coletivas dessa forma de governo. Porém, o cerne da República, o coletivo, tem se mostrado confuso em reconhecer e amar a pátria. Desta forma, a personalidade contemporânea e a falta de apoio do Estado estão em oposição.
Deve-se notar que, em princípio, a mobilidade da esfera social de hoje também apoia o desempenho político individual. Nesse caso, é importante notar que, como argumentou o filósofo polonês Zygmunt Bauman, a atual modernidade da liquefação faz com que o conceito de interesse comum perca sua importância. Com isso, a sociedade se preocupa em buscar os próprios interesses e prejudicar os interesses coletivos, o que ecoa no estado de indiferença ao desenvolvimento social e à pátria.
Além disso, vai contra os ideais republicanos consagrados na Constituição Federal, essenciais para a construção de uma população patriótica. Nessa lógica, o escritor Gilberto Dimenstein (O cidadão de Papel) em seu livro “O Livro da Paz” (O Cidadão de Papel) abordou a falta de consciência da cidadania, resultando na desigualdade e suas repercussões na comunidade. Como resultado, os indivíduos não reconhecem que são os promotores de seus direitos, nem estão fazendo coisas, então eles se divorciaram dos sentimentos e sentimentos nacionais.
Desta forma, é urgente que o Ministério da Administração atue na forma de vários ministérios e comissões para cultivar o sentimento nacional e fortalecer a unidade da comunidade. Essa ação se dará por meio da concretização da cidadania para a promoção de direitos como saúde, moradia e direito à educação, além de inspirar senso de responsabilidade e afastar os civis da educação básica. Com isso, o Brasil poderá restaurar com segurança o conceito de República.