O patriotismo em questão no Brasil

Enviada em 25/11/2020

A república significa “assuntos públicos” na etimologia latina, enfatizando as características coletivas dessa forma de governo. No entanto, o cerne da república, o coletivo, mostrou confusão em reconhecer e amar seu próprio país. Desta forma, personalidades contemporâneas e apoio insuficiente do Estado estão em oposição.

Deve-se notar que, em princípio, a mobilidade da esfera social atual também apóia o desempenho político individual. Nesse caso, vale destacar que, como argumentou o filósofo polonês Zygmunt Bauman, a atual modernidade da liquefação faz com que o conceito de interesse comum perca sua importância. Com isso, a sociedade se preocupa em buscar os próprios interesses e prejudicar os interesses coletivos, o que ecoa no estado de indiferença ao desenvolvimento social e à pátria.

Além disso, vai contra os ideais republicanos consagrados na Constituição Federal, fundamentais para a formação de uma população patriótica. Nessa lógica, o escritor Gilberto Dimenstein  em seu livro “O Cidadão Papel” resolveu a falta de consciência da cidadania, resultando na desigualdade e suas repercussões na comunidade. Como resultado, os indivíduos não reconhecem que são os promotores dos direitos nacionais, nem reconhecem que estão fazendo coisas, então eles se separam dos sentimentos nacionais e dos sentimentos nacionais.

Desta forma, é urgente que o Ministério da Administração atue sob a forma de ministérios e comissões para cultivar os sentimentos nacionais e fortalecer a unidade da comunidade. Tais ações serão realizadas por meio da concretização da cidadania para a promoção de direitos como saúde, moradia e direito à educação, além de inspirar o senso de responsabilidade e desvincular os civis da educação básica. Com isso, o Brasil poderá restaurar com segurança o conceito de República.