O patriotismo em questão no Brasil

Enviada em 23/11/2020

O Patriotismo em questão no Brasil

A palavra República, em sua raiz latina traduz para “Coisa pública”, salientando o feitio público dessa estrutura de regência. Contudo, a essência da república, que é a sociedade, revela-se desatado no que referir a valorização e amor a seu país. Com essa perspectiva, tanto a singularidade atual como o escasso suporte provindo do Estado são adversários.

No livro “Nós”, um romance distópico de Yevgeny Zamyatin, o Benfeitor — que em nosso contexto seria visto no cargo de presidente — é o regente do Estado Único e é responsável por distanciar sua população dos problemas existentes no sistema vigente e aproximá-los de um patriotismo mesmo que imposto, assim como ocorre atualmente. Dessa forma, o patriotismo exagerado levou a perca da singularidade, tornando a população do Estado Único em um corpo só.

Ademais, o poder nacional é enfraquecido devido à aprovação indiferente de forças estrangeiras. A sensação de desvantagem acarreta a desvalorização da cultura e das produções do país. Esse mal foi desenvolvido pelo seguimento da globalização, que forneceu o absorvimento de hábitos exteriores. Assim, o nacionalismo é quebrantado pela escassez de identificação de suas essências.

Dessa forma, resoluções são fundamentais para extinguir certos obstáculos. Consequentemente, os Ministérios do país devem criar projetos, que contemple todas as maneiras de ser brasileiro, disseminando as regiões e cuidando das mesmas de forma igual. Além disso, a regência tem de aplicar investimentos no progresso semelhante do país. Podendo assim, o hino nacional ser representado fielmente da emoção partilhada pela população brasileira.