O patriotismo em questão no Brasil

Enviada em 24/11/2020

A elevação cega e a dedicação desenfreada de um país ao seu país mostra a ignorância humana do patriotismo e sua verdadeira intenção de criar um sentimento de pertencimento e integração nacional. A Constituição brasileira de 1988 garante aos cidadãos o direito de participar da política antes do governo atual. No entanto, o patriotismo exagerado torna a atividade popular relativamente confortável e enfraquece a importância da atividade popular, principalmente pela aceitação passiva das medidas do governo, o que leva à alienação da população. Em uma primeira análise, cabe destacar que o artigo 215 da Constituição Federal de 1988 garante que o conhecimento da cultura nacional e de suas manifestações é o direito principal, porém, o setor governamental não consegue atuar de forma satisfatória para viabilizar essa premissa, pois os principais mecanismos de representação nacional, como as instituições de ensino, geralmente estão inseridos no contexto. A alienação em massa ainda é a espinha dorsal da manipulação sistemática das instituições administrativas por meio dos ideais de patriotismo e confiabilidade dos políticos. É muito importante a reflexão e o questionamento da rede de informações do governo de controle estatal para fornecer uma base para a discussão das questões sociais para as pessoas. Portanto, por causa do patriotismo extremo, as pessoas só ficam nas notícias que o Estado lhes conta, desacreditam de outras fontes de notícias opostas, e esquecem que o povo não deve satisfação ao governo, e sim ao contrário. Portanto, reconhecendo isso, é necessário que o MEC debata e discuta a definição de patriotismo e a importância da nacionalidade e do orgulho nacional de maneira adequada no ambiente acadêmico, sem deixar de lado a participação política dos cidadãos. Embora o Ministério da Cidadania vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação deva fornecer acesso gratuito à Internet em bibliotecas públicas de todo o país por meio dos governos municipais e estaduais para democratizar o conhecimento e evitar a alienação.