O patriotismo em questão no Brasil
Enviada em 30/11/2020
O Brasil é um país com uma longa história. Já se passaram 518 anos desde sua descoberta e apenas 198 anos desde a independência. Este curto período histórico está cheio de heróis fictícios, cenas fictícias e frustradas de estabelecer uma identidade nacional sob um pano de fundo idealizado. Quase não há espaço para figuras históricas reais, memórias populares e identificação de identidade e identidade de agência pessoal. Para outros elementos básicos do patriotismo. Portanto, o país está em um estado de polarização por falta de sentido nacional. De um lado, aqueles que dão notoriedade à unidade, de outro, aqueles que usam o “patriotismo” apenas como instrumento político.
Antes de mais nada, é preciso entender o verdadeiro sentido da palavra, para que aqueles que consideram “torcedores do país” se repitam nas frases. Na verdade, o patriotismo está relacionado ao amor, mas está longe do que agora está espalhando nenhum sentido “platônico” desse sentimento. Como o amor platônico, os patriotas usam a verdade para construir o amor por um país perfeito e respeitado que não tem nada a ver com o Brasil. A propaganda política que se faz há muito tempo no discurso do candidato à presidência é o “ismo” que nada tem a ver com o país, pelo menos com o Brasil. A saudade se refere ao período anterior (inexistente), durante o qual havia ordem e prosperidade, e a pessoa dizia que seria resgatada, o que nada mais é do que uma estratégia surgida na Itália.
Pelo contrário, o patriotismo não tem base mitológica, baseia-se na realidade, na história e na identificação com os indivíduos e os seus locais de residência. Portanto, é baseado na educação e deve ser concebido desde a primeira infância. Para que o patriota entendesse sua pátria, ele se sentiu cheio de tolerância e responsabilidade pelo futuro e sugeriu que exercesse a cidadania em benefício de todos.