O patriotismo em questão no Brasil

Enviada em 05/05/2022

O romance filosófico “Utopia”, criado pelo escritor inglês Thomas Morus no século XVI, retrata uma civilização perfeita e idealizada, na qual a engrenagem social é altamente segura e desprovida de conflitos e problemas. Tal obra fictícia, mostra-se distante da realidade contemporânea no tocante à falta de patriotismo no Brasil. Com efeito, essa temática é mal manejada não só por conta da falta de apoio do Estado, mas também por conta da corrupção individual de cada cidadão. Desse modo, torna-se fundamental a análise dessa conjuntura para reverter este quadro.

Diante desse cenário, é válido ressaltar a falta de apoio do Estado como um dos motivadores do problema. Para o naturalista Lamarck, os indivíduos são fortemente influenciados pelo meio no qual estão inseridos, o que nos leva a entender que se o Governo exercesse o patriotismo com mais frequência diante da população, ela se tornaria mais patriota e fiel ao seu país. Assim, torna-se evidente o descaso do Estado com o patriotismo de seu povo.

Ademais, outro aspecto a ser observado é a corrupção individual das pessoas como outro entrave que fomenta e falta do patriotismo. Segundo a fala do Barão de Itararé “o homem que se vende, recebe sempre mais do que vale” fica claro que sempre há pessoas corruptas querendo se vender por qualquer preço, podendo até desrespeitar seu próprio país para isso. Desta maneira, indubitável que o próprio cidadão colabora com esse estorvo.

Dessa forma para que o Patriotismo em questão no Brasil seja uma realidade, é necessário que o Governo Federal – maior órgão governamental do país -, divulgue campanhas que incentivem o patriotismo na população, por meio da mídia, a fim de evitar com que esse individualismo seja a base de todos o cidadão do país, para que assim a sociedade se assemelhe cada vez mais com a civilização perfeita e idealizada pregada por Morus.