O poder de integração dos meios de comunicação no século XXI
Enviada em 21/10/2022
Com o advento da Revolução Industrial, houve o grande avanço na área da informática e tecnologia, de modo a propiciar trocas de mensagens instantâneas. No entanto, no Brasil atual, tal poder embora facilite a integração dos indivíduos por meio da fácil comunicação,por outro lado, é um problema quando se refere as relações fora das redes. Nessa perspectiva, cabe avaliar os principais fatores presentes nesse impasse: negligência do governo e falta de comunicação.
Nesse contexto, convém salientar que a negligência do governo em relação a impulsionar a integração social por meio das redes de internet é um fator a ser considerado. Segundo o sociólogo francês Augusto Comte, para obter progresso em uma adversidade é necessário que o Estado intervenha. Sob essa visão, nota-se que a força estatal deve estar presente na coletivização dos meios de comunicação, pois esse agente é essencial para a ordem da nação. Desse modo, é indiscutível que, em um país signatário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, medidas governamentais referente a integração social não sejam tomadas.
Ademais, vale ressaltar que a falta de comunicação entre os cidadãos é uma problemática. Conforme o filósofo contemporâneo Jurgen Habbemas, a sociedade que se comunica, de forma contínua e consciente, é capaz de resolve qualquer impasse. Sob essa ótica, nota-se que,por vezez, a mídia social cria uma barreira, de modo a dificultar o debate, sendo,assim, um problema, visto a importância do diálogo. Dessa maneira, é inegável que a ausência de uma devida comunicação entre os cidadãos representa uma situação alarmante.
Dessarte, é evidente que existem entraves para solucionar o transtorno. Nesse viés, é necessário que o governo federal,que tem como função regrar e organizar a sociedade, reserve uma parcela do PIB(Produto Interno Bruto) para promover projetos que possibilitem a associação da integração social e as redes digitais, por meio de campanhas publicitárias na grande mídia, de modo a informar a importância do diálogo não só nas redes, mas também fisicamente. Espera-se, com isso, que o impasse seja ateunado.