O poder de manipulação das mídias

Enviada em 27/10/2019

Segundo o filósofo John Locke filósofo britânico do século XVII, é dever do Estado garantir e expandir os direitos a todos os cidadãos. No entanto, por conta da alienação de indivíduos nas redes sociais, a manipulação de dados apresenta-se como um grande mal a ser enfrentado pela sociedade brasileira. Dessa forma, convém analisar as principais causas, consequências e possível medida para reduzir essa problemática.

Segundo o portal G1, intensificou-se os discursos de ódio e intolerância em 2018 no Brasil. Um dos maiores motivos são os algorítimos de aplicativos, como o “Instagram”, que exibe postagens com assuntos acerca das preferências do usuário, como opiniões políticas publicado por terceiros, o que torna o indivíduo alienado e, consequentemente, gera aversão aos grupos distintos.

Além disso, o atual presidente do americano Donald Trump, através de sua equipe, obteve informações pessoais de internautas do “Facebook”, com a intenção de formatar seus discursos por meio da opinião popular, segundo o jornal The New York Times. Esse fato demonstra que, lamentavelmente, políticos utilizam a manipulação do eleitorado com promessas falsas, em contramão aos pensamentos do filósofo britânico, que uma de suas maiores defesas era o direito ao conhecimento.

Dessa forma, a fim de seguir os ideais de Locke e diminuir a manipulação de dados na internet, o governo federal, por meio do Ministério da Educação, deve orientar o comportamento adequado da população no ambiente digital, através de debates em veículos de comunicação, como em novelas e jornais de âmbito nacional, sobre a importância do respeito aos grupos distintos. Essa atitude não só reduziria a alienação, mas também a intolerância nas redes sociais.