O poder de manipulação das mídias
Enviada em 19/01/2020
A primeira TV brasileira foi instaurada em 1950, em São Paulo, tendo como referência o modelo norte-americano, e em poucos meses passou a contar com grandes anunciantes que, através das agências de publicidade, começaram a atuar mais seriamente nesse novo veículo. Todavia, tais mídias sempre exerceram grande poder manipulativo sobre a população, seja ele relacionado relacionado ao consumismo, com propagandas de diversos produtos, ou até mesmo a cunho ideológico, político.
Em primeira análise, é válido destacar que as pessoas entreveem todos os dias inúmeras propagandas dos mais variados itens nas mídias, tal fato, influencia para que a sociedade se torne cada vez mais consumista. Dessa forma, o acúmulo de supérfluos leva a uma deterioração dos hábitos e dos valores, pois os indivíduos se tornam gradualmente escravos do materialismo, em detrimento do caráter espiritual da vida, podendo provocar uma grave pertubação psi´quica, a oneomania, que conduz ao gasto compulsivo, principalmente em mulheres.
Em segundo plano, cabe ressaltar que os noticiários devem apresentar imparcialidade e objetividade, porém, são princípios irrealizáveis na prática concreta da apuração e da redação de notícias, pois, sempre acabam transparecendo certa parcialidade. Nesse sentido, resultados de pesquisas realizadas por diferentes instituições mostram a iniquidade da Mídia não cumprindo corretamente as regras de veiculação simples da notícia, mostrando-se parciais e tendenciosas a um determinado candidato, de acordo com a matéria do Jusbrasil.
Nota-se, portanto, a necessidade de que algo seja feito objetivando restaurar a imparcialidade midiática. Desse modo, é preciso que o Governo em parceria com as organizações de crítica de mídia como o Instituto Gutemberg, fiscalize com mais vigor os canais noticiários, de forma a combater matérias com cunho ideológico e partidário, podendo assim, almejar jornais justos e isentos.