O poder de manipulação das mídias

Enviada em 26/11/2020

Em conformidade com o estudo executado através do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), à um predomínio no grupo de ‘consumidores em transição’, alcançando 55%, isto é, com práticas de consumação cônscio ainda aquém do desejado. Os poucos ou de modo nenhum racionais, acrescentam 14% dos interrogados, restando somente 31% que são capazes  de serem declarados ‘dependente conscientes’.

Ainda que, o consumismo desregrado concebido a favor da mídia salienta de forma genérica os adolescentes como mira dominante para as vendas, levando até mesmo a obsolescência - minoração da vida útil e do valor de um bem, devido não a deterioração pelo uso, mas ao upgrade técnico ou ao surgimento de produtos novos- Em virtude à pandemia, o Brasil bateu o recorde em 2020 na expansão do e-comerce, rematando mais de 1,3 milhões de lojas online, desfrutando de um andamento de crescimento de 40,7% ao ano.

Telejornais do cotidiano colaboram consideravelmete para que os brasileiros entrem em convívio e captem o universo que os cerca. A confusão entre a cobertura dos fatos noticiários e a agenda pública traz endo como consequência a presunção do que o freguês deve pensar, e também como pensar. O poder de manipilação das mídias é extremamente robusto, uma vez que, no processo de produção da notícia, os responsaveis determinam e selecionam fatos a serem excluídos, ou seja, os informativos televisivos selecionam o que querem que os televisores vejam.