O poder de manipulação das mídias
Enviada em 25/10/2021
Na teoria da sociedade espetáculo do filósofo Guy Debord, as relações sociais são mediatizadas por imagens. Dessa forma, no Brasil, a mídia tem poder de manipulação sobre essas relações imagéticas, influenciando o consumo e polarizando opiniões.
Em primeira análise, a mídia influencia o consumo , uma vez que atende aos interesses das grandes coorporações. Nesse contexto, o livro “O Poder do Hábito” fala sobre a empresa “Target”, que começou a manipular os dados dos consumidores para fins lucrativos. Dessa forma, no Brasil e no mundo, isso acontece e não há leis que mediem o comércio virtual, o que apresenta um problema porque aumenta o consumismo.
Em segunda análise, os meios de comunicação por fazerem uso de algoritmos que utilizam o histórico de pesquisa do usuário para enviar informações de seus interesses, por isso, no Brasil, acabam polarizando as opiniões das pessoas. Em paralelo a isso, o documentário da “Netflix” o dilema das redes, fala sobre essa polarização de persperctivas, quando o personagem “Ben”, por meio do seu celular recebe informações da sua relevância. Desse modo, a manipulação da mídia tem o poder fazer com que os internaútas só vejam pontos de vista, nos quais concordam, consequentemente, torna seus usúarios intolerantes as ideias que divergem das suas.
Logo, em resumo, a mídia influência o consumismo e divide as opiniões das pessoas. Portanto, o problema é o aumento do consumismo e a criação de grupos de pessoas intolerantes. Assim, para que esse problema seja sanado, faz-se necessário que o leigislativo crie uma lei que imponha a obrigatoriedade da autorização de permissão para anúncios, para que seja restringido o poder da mídia sobre as pessoas e seria efetivo uma configuração para os internaútas controlarem tais algorismos. Com a relização dessas soluções o usuário terá controle sobre esses meios de informação.