O poder de manipulação das mídias

Enviada em 26/10/2021

Na série “Bridgerton”, trasmitida na rede de streaming Netflix, a personagem Penelope usa o pseudônimo “Lady whistledown”, de modo secreto, para escrever folhetins nos quais conta tudo que acontece na alta sociedade londrina do século 19. Por meio deles ela acaba por influenciar o comportamento das pessoas, pois estas se moldam ao que a sociedade querem delas. Fora da ficção, as mídias atuais continuam ditando modos. Com isso, é preciso prestar atenção no problemas gerados pelo poder de manipulação das mídias, pois podem alterar desde o futuro  político de um país, como também despertar consumismo exagerado na população.

Em primeira análise, é notório que estamos na era das mídias sociais e, consequentimente, influenciados por quem está nelas e no que está sendo dito. O problema está em acreditar em tudo e ser manipulado para o benefício ou prejuízo do outro com falsas verdades, as fake news. Como exemplo do quão influente elas são, em 2016, nas eleições presidenciais dos Estados Unidos da América (EUA), jonais locais e mundiais, como o G1, noticiaram que,comprovadamente, Donald Trump ganhou as eleições baseado em milhares de fake news espalhadas pelos seus apoiadores e por ele mesmo. Esse caso gerou repúdio em váios meios de notícias. Nesse contexto, visto que as redes sociais e suas influencias podem manipular o futuro de países, é preciso uma melhor avaliação desses meios e de punições mais rígidas para os que usam de mentiras para manipular em seu benefício.

Em segunda análise, enquanto uns manipulão pela promoção social, outros são para a venda comercial. A alta exploração de propagandas no meios de comunicação como rádio e TV são procupantes pelo poder que têm em despertar o consumismo e a necessidade do ter para ser. Nesses casos, na maioria das vezes, no meio de um programa de entretenimento, com muita audência, ocorre uma pausa para a propaganda. O poder disso é demonstrado na estretégia, pois muitas vezes a apresentadora está usando o produto, como é, geralmente,o caso da Fatima Bernades no programa “Encontro”, da Rede Globo, e da Cris Flores no “Fofocalizando” do SBT. Como consequência, para “ser como elas” as pessoas consomem e se deixam ser manipuladas.

Portanto, para diminuir as consequêcias negativas do poder de manipulação das mídias é necessário que o Governo Federal, junto a Polícia Federal, disponibilize uma site de investigação específico das redes sociais, imparcial a partidos políticos, com policiais especializados em internet,para avaliar e desmentir fake news relacionadas ao país. Tambrém, as escolas devem produzir palestras, como psicológos e especialistas na área do consumo, com o objetivo de, desde a infância formar pessoas de consumo consciente,sem que sejam manipulados por “Ladys whistledows” e a sociedade de aparência.