O poder de manipulação das mídias

Enviada em 26/10/2021

Segundo a Constituição de 1988 a “saúde é direito de todos e dever do estado”. Contudo, a manipulação das mídias tem adoecido a sociedade através da transmissão de seus conteúdos. Nesse sentido, o material divulgado através de empresas midiáticas patrocinadas por diversas linhas de pensamentos distintos que demonstram intenções implícitas, sejam  políticas, sociais, econômicas, religiosas e outros. Sob a ótica de influênciar com objetivos em particulares que desrrespeitando o bem estar social, mental, influenciando mal e adoencendo gerações que perdem a liberdade, privacidade e saúde mental, por divulgação desses conteúdos nocivos.

De acordo com o filósofo inglês Jonh Locke, " o homem nasce nem bem nem mal". Nessa lógica o indivíduo é passível de ser influenciado na sociedade, principalmente se tratando da mídia social, sendo necessário se preocupar com as relações de causa e efeito. Isso se torna preocupante visto que existem bilhões de pessoas no mundo são influenciadas a partir de pespectivas midiáticas, dentre elas todas diversas gerações. É indescutível, a valorização do bem estar social no combate da manipulação das mídias, para que assim as gerações tenham uma contrução social valorizada, que os indivíduos sejam capazes de pensar de acordo com a vivência real, emoções e conflitos, com “amor ao próximo” e respeito.

Em segundo lugar, a razão para consolidar o pensamento de influência midiática é o conceito do sociólogo polonês Zigmunt Bauman sobre “modernidade líquida”, as redes sociais são armadilhas, o consumismo também e outros temas que influenciam na contrução social do individuo. No entanto é através da mídia  manipuladora, que se apresenta de maneira implicita ou explicita, assim descontrói princípios na sociedade influênciando negativamente, anula o direito social a saúde e bem estar.

Por fim o poder de manipulação dos meios midiáticos ser combatida pelas autoridades orientadas de especialistas sobre respectivos assuntos. Porém, quando tratar-se da integridade moral do indivíduo, leis, religião, etc, ser possível o combate com a democratização.