O poder de manipulação das mídias

Enviada em 03/11/2021

No Segundo Reinado, período histórico no Brasil comandado por Dom Pedro II, a mídia brasileira se solidificou, tendo um papel fundamental na Proclamação da República, considerando a forte divulgação feita dos ideiais republicanos e críticas ao monarca no Império. Seguindo esse contexto, atualmente, a mídia é uma ferramenta ainda mais poderosa para a formação dos cidadãos, estando presente no meio digital, televisivo e em meteriais impressos. Em sintonia com suas funções, essa comunicação moderna enfrenta diversos obstáculos, como o contraponto entre a imparcialidade e a liberdade de expressão e a recorrente desvalorização desse seguimento pela sociedade.

A mídia é uma instituição crucial para o funcionamento de um país. Ela, pro meio de suas inúmeras facetas, induz a formação de opiniões a partir dos interesses dos mandantes, ocilando entre conceder informações para a sociedade e manipulá-la. Nesse sentido, na frase proferida pelo escritor Ginseberg: “Quem controla a mídia, as imagens, controla a cultura” se destaca a relevância desse meio na Indústria Cultural. Devido sua importância, é necessário que essas empresas averiguem os conteúdos ministrados, contexto no qual se evidencia a popularização das “fake news” na modernidade.

Em adição, uma discussão entre o uso da imparcialidade e a liberdade de expressão na mídia se destaca nesse cenário. Na teoria, todos os veículos de notícias deveriam praticar o multilateralismo em seus relatos, entretanto, na prática, visto que as notícias são escritas por humanos parciais que carregam interesses desse mesmo cunho, esse viés se torna impossível. Ainda assim, essa fator garante a liberdade de expressão do cidadão, que deve ter o direito de comunicar o que e como quiser. No entando, quando a mídia, se comportanto da maneira abordada, prega ser imparcial, acaba que se facilita a manipulação dos cidadãos desinformados, rompendo os direitos de terceiros.

No geral, a mídia representa uma instituição fundamental para a formação ideológica dos cidadãos, o que pode torná-la um instrumento para a prática da carrosão de direitos humanos básicos. Nesse sentido, cabe ao Estado e a mídia trabalhares na regularização do conteúdo ministrado publicamente no que tange a veracidade desse material, por meio da criações de órgãos públicos que façam essa regulação, visando à garantia dos direitos de Liberdade de Expressão em harmonia com a mais pura necessidade da existência da mídia.