O poder de manipulação das mídias
Enviada em 04/01/2022
Em 1950, houve o início da Terceira Revolução Industrial, na qual existiu um grande avanço e implantação da tecnologia em diversas áreas. Dessa forma, aconteceu o desenvolvimento das televisões, rádios e computadores, elementos que são utilizados para propagação de informações. Entretanto, muitas vezes, a mídia usa o poder de manipulação nas notícias passadas para a sociedade. Esse quadro é fruto de um meio ganancioso, o que faz os cidadãos possuírem pensamentos limitados.
Nesse sentido, a mídia possui o papel de passar informações corretas para informar os indivíduos sobre diversos assuntos. Todavia, essas referências, geralmente, são manipuláveis para a obtenção de mais ganhos e também para conseguirem fazer a pessoa pensar como desejam, por via da banalização, exagero ou omissões, o que faz existir mais acessos. Desse modo, o meio não se importa com a enganação que fazem com os cidadãos e do alcance que essas alterações possuem, a preocupação está relacionada ao lucro. Conforme Virginia Woolf, escritora, de tudo o que existe, nada é mais estranho que as relações humanas e a irracionalidade delas. Com isso, a ganância da mídia faz as atitudes dela serem conduzidas pelo dinheiro e não pela veracidade.
Por consequência disso, as pessoas são manipuladas a deterem de perspectivas, normalmente, incorretas. Assim, a sociedade passa a refletir da mesma maneira em relação a um assunto, fazendo existir um corpo social com pensamentos retrógrados, preconceituosos ou equivocados. Em vista disso, há o surgimento de uma população que não consegue debater em comunidade, pois possuem as ideias manipuladas pela mídia e ao saberem da realidade não querem aceitar. Dessarte, a Revolução Técnico-Científico-Informacional levou o desenvolvimento da mídia acontecer, o que gerou cidadãos manipuláveis.
Portanto, medidas devem ser tomadas para amenizar esses impasses. Logo, cabe ao Poder Legislativo, órgão responsável pela área, a tarefa de criar uma lei contra a intervenção da mídia nas notícias, por meio da criação de um setor que ficará encarregado de analisar a efetividade completa dos fatos, caso haja violação dessa imposição, penas e multas serão aplicadas, à vista de ter uma transmissão de informações sem manipulação. Ademais, compete à mídia o dever de realizar projetos que não concordarão com a adulteração dos fatos, nos programas de horário nobre para ter um maior alcance, por intermédio da participação de profissionais que relatarão todo o processo por trás de uma referência e como a alteração é prejudicial para a sociedade, com o fito de que as pessoas fiquem mais informadas e interessadas em obterem informações de qualidade. Dessa maneira, espera-se que a visão da escritora Virginia Woolf não seja tão presenciada.