O problema da violência nos estádios de futebol brasileiros
Enviada em 18/06/2024
No dia 17 de outubro de 1988, o torcedor palmarense Cleofas Sostenes Dantas da Silva, conhecido como “Cleo da Mancha Verde” foi assassinado com dois tiros na Rua Padre Antonio Tomas, endereço da torcida organizada da qual era fundador ao lado do estádio, os algozes nunca foram descobertos. Nesse contexto, ainda hoje, há violência das torcidas organizadas com elevado índice de mortes e danos físicos desde o primeiro homicídio registrado. Logo, deve ser debatido isso.
Dessa maneira, a briga entre torcidas de futebol brasileiras sempre foi um assunto bastante debatido. Nesse viés, após o surgimento e crescimento de torcidas organizadas, a rivalidade entre clubes deixou de existir somente dentro do campo, já que os anos 90 foram marcados por violentas brigas de torcidas no estado de São Paulo, por exemplo. Assim sendo, a violência ainda continua fora de campo.
Outrossim, torcidas organizadas marcam encontros em locais que haverá violência. Nessa perspectiva, os espaços públicos escolhidos são no metro, praças públicas e até mesmo nos ônibus, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) as violências entres os clubes de futebol desde a década de 90 houve um crescimento de 321% causando entre mortes e feridos. Assim, algo deve ser feito para resolver esse problema.
Destarte, para resolver ou mitigar a problemática, cabe ao Ministério do Esporte em ação conjunto com a mídia usar parte da arrecadação pública de impostos aplicando justamente no combate as violências das torcidas organizadas em locais públicos isso pode ser feito localizando onde os torcedores iram se encontrar usando para tanto força policial.