O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 03/08/2018
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil, é referência quando o assunto é programas de vacinação. Apesar do Programa Nacional de Imunização, criado no século XX, para garantir o acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela OMS, o país, está enfrentando problemas com o ressurgimento de doenças erradicadas. Diante disso, deve-se analisar como a falta de controle na entrada de refugiados e a insuficiência de educação da população influenciam para o retrocesso da nação.
Vale destacar, mormente, a existência de uma falta de preparo para o recebimento dos asilados. Pode-se mencionar o caso da chegada de milhares de venezuelanos, principalmente, pela região norte do país, os quais fogem da Venezuela em busca de melhores condições de vida. Dessa maneira, nota-se que essas pessoas acabam trazendo consigo enfermidades - como a malária e o sarampo - as quais foram controladas no Brasil, consequentemente, com a desorganização em prestar assistência a esses imigrantes, será capa de haver novos surtos dessas doenças, provocando problemas na eficiência do Sistema Único de Saúde (SUS).
Além disso, nota-se a falta de conhecimento dos cidadãos sobre a imunização. Segundo o educador Paulo Freire, “educação não muda o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo”. Essa afirmação concretiza a importância que a educação tem para formar uma nação instruída, porém, o pouco ensinamento, na maioria das vezes, causa a ausência de conscientização. Dessa forma, uma parcela da população, especialmente os indivíduos mais carentes, por não terem um amparo adequado, poderá, apresentar resistência na aceitação da aplicação dessas vacinas, ocasionando maiores dificuldades ao combate de possíveis epidemias, prejudicando na qualidade de vida dos habitantes pertencentes a este local, notando-se a importância de reverter esse quadro.
É evidente, portanto, os desafios encontrados para o embate do reaparecimento de moléstias erradicadas no Brasil. Logo, o Ministério da Defesa, juntamente com o Ministério da Saúde, pode, capacitar soldados e agentes de saúde, para trabalharem nas fronteiras do país, fornecendo auxílio, como consultas e vacinações, assim, diminuirá a probabilidade de que esses refugiados entrem no Estado brasileiro com algum tipo de contaminação, garantindo o bem-estar da população. Por fim, o Ministério da Educação, por intermédio das escolas, poderá adicionar na grade curricular disciplinas que repassem a importância das prevenções de enfermidades e as consequências de caso não tome as precauções adequadas, desse modo, haverá uma geração mais consciente sobre essa temática, e poderá ser observado menor risco de proliferação de doenças.