O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 07/08/2018

Doenças erradicadas que voltam a assombrar

O retorno das doenças erradicadas pode ter seu estopim em diversos aspectos deficitários na saúde pública do país. O corte de verbas e a carência de fiscalização nos cartões vacinais, emergem a imunidade da população em questão, que se tornam suscetíveis a vírus e bactérias causadores de enfermidades já consideradas eliminadas.

Por conseguinte, no ano de 2017, o Brasil se tornou vítima do Sarampo, uma moléstia que até então permaneceu dormente por anos e que possui um conturbado retorno. Acentuada na região Norte brasileira, tem seu vírus transmitido pela secreção de infectados. A causa, está interligada ao baixo número de vacinação e a questão dos refugiados vindos da Venezuela, nação que é inapta de tal imunização.

Por vezes, acontece um efeito refratário da mídia, onde há distorção de fatos. A sociedade é carente de informação e devido a isso ficam amedrontados com os efeitos colaterais dos antídotos, deixando seu sistema imunológico desprotegido. A gestão governamental é comutantemente culpada, já que, não visa ações midiáticas que tem como por objetivo esclarecer os riscos de tal ato.

Conforme leis newtonianas, a tendência dos corpos é permanecer do jeito que estão até que uma força atue sobre eles. Assim sendo, vê-se necessário medidas públicas que visem a publicidade de informação para toda a comunidade, divulgando postos de saúde que aplicarão as vacinas e os riscos de quem não se precaver. Alertar sobre os sintomas e tratamentos das doenças e incentivando o retorno quando a dose completar sua data de vencimento.