O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 28/09/2018
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. No Brasil, quando se observa o reaparecimento de doenças erradicadas, nota-se uma ameaça à vitalidade gerada pelos danos ao meio ambiente e a entrada de imigrantes no território nacional.
É incontestável que com a crescente busca por matérias-primas no cenário da Terceira Revolução Industrial, ocorre uma grande devastação nas diversas floras regionais, consequentemente, as mudanças climáticas resultantes podem influenciar na capacidade de sobrevivência de uma agente transmissor de doenças. Segundo dados no jornal Folha, elevações termométricas e pluviométricas contribuem 45% na incidência de vetores como o Aedes aegypti.
Outrossim, destaca-se o aumento do fluxo migratório no país, o qual colabora com a democratização de doenças exóticas trazidas pelos imigrantes para os habitantes nativos que não possuem qualquer imunização. Exemplo disso, é o estado de Roraima, que em 2018, registrou 1500 casos de sarampo adquiridos por meio dos refugiados venezuelanos, preocupando o Conselho Estadual de Saúde.
Portanto, tendo em vista os aspectos observados, é necessário que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) estimule as empresas extrativistas à realizarem o reflorestamento das áreas exploradas através da vigilância de fiscais ambientais, pretendendo prevenir as possíveis alterações climáticas bruscas e diminuir a taxa proliferativa de novos vetores. Ademais, é interessante que o Ministério da Defesa (MD) estabeleça postos de saúde avançados com laboratórios de pesquisas epidêmicas nas fronteiras com outros países, visando identificar prováveis imigrantes infectados e estabelecer os tratamentos necessários para que o povo brasileiro não seja acometido por epidemias.