O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 01/10/2018

O reaparecimento de doenças erradicas é uma questão deletéria no cenário mundial. Nesse contexto, não há dúvidas de que essa problemática envolve não só a falta de vacinas como também a ineficiência do saneamento básico nas cidades. Portanto, esses obstáculos devem ser superados para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Primeiramente, é incontestável que a precariedade de verba no orçamento da saúde pública do Brasil, quanto a distribuição de vacinas, esteja entre as principais causas da falta de imunização da população. De acordo com as leis Newtonianas, para toda ação há uma reação. Diante de tal contexto, os indivíduos que não obedecem ao calendário de vacinação, estão vulneráveis a doenças transmissíveis. Portanto, é inegável que esta problemática, eleva a taxa de mortalidade do país.

Faz-se relevante ainda, salientar a falta de saneamento básico em todo o território brasileiro como impulsionador do problema. Além disso, é cabível enfatizar que, desde a colonização do Brasil, no século XVl, os nativos sofrem com doenças contagiosas trazidas pelos colonizadores. De maneira análoga, epidemias erradicadas, como: a caxumba, a febre amarela e a rubéola, reapareceram e fazem milhares de vítimas em todo o mundo. No entanto, encontra-se distante da efetivação desse viés, haja vista que, a falta do tratamento de água e a existência de esgotos a céu aberto, coopera com a proliferação desses agentes transmissíveis.

Sendo assim, é indispensável a adoção de medidas capazes de solucionar este problema. Posto isso, cabe ao Ministério da Saúde aliado ao Governo, investir na indústria farmacêutica a fim de imunizar a população para que não transmitam essas patologias. Logo, a família deve obedecer o cartão de vacinação do indivíduo desde o seu nascimento com o fito de preveni-lo de doenças contagiosas para que não seja mais um alvo do descaso do Estado com a comunidade.