O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 02/10/2018
A Balaiada, revolta do período Regencial e a Revolta de Canudos, no período da República Velha são importantes por mostrar que o Brasil sabe lutar por uma qualidade de vida digna. No entanto, ainda hoje, não se tem uma melhora tamanha ao progresso dos séculos, pois muitas doenças consideradas erradicadas estão sendo vistas por ausência não só da educação sanitária, mas também da precariedade do sistema de vacinação no país. Diante disso, é preciso que coletividade e poder público se unam pra sanar tais obstáculos.
Em primeiro plano, a falta de uma educação sanitária põem em risco à saúde das massas. Uma vez que, no século XIX, ocorria em Londres uma série de doenças por não ter um sistema de saneamento básico pra população e, sobretudo, falta de hábitos delas. Porém, diferentemente no Brasil, naquele país isso foi modificado consideravelmente pela Rainha Vitória, mas , aqui, a falta de apoio governamental é gritante a essas questões. Com tal consequência, houve aumento do número de tuberculosos, doença considerada do século XIX e superada, com 359 mortos só na Bahia, segundo o G1. Nesse sentido, a população não tem um preparo educacional para ter a prevenção higiênica necessária, ocasionando mais contágio e morte, sendo preciso apoio mútuo da mesma para transformar esse cenário.
Em paralelo a isso, o número de vacinas distribuídas no mercado é inversamente proporcional ao número de necessitados. Dado que, é muito comum para qualquer cidadão brasileiro dirigir-se aos portos de saúde e lá não encontrarem vacinas que deveriam ser garantidas. Um exemplo que ilustra bem tal fato e citados em todos os jornais e revistas, são as enormes filas, em São Paulo, 2017, contra a Febre Amarela chegando a causar tumultos e estresses dos que ali estavam. Desse modo, a população não adquire a imunização necessária, chegando a ocorrer casos extremos como um milhão e meio de mortes por doenças que diziam ser erradicas, mas pela distribuição ineficiente, assustam milhares de brasileiros cotidianamente. Logo, é dever do poder público proporcionar a imunização a todos.
Torna-se evidente, portanto, que a a falta de educação e distribuição são um dos problemas. Para tanto, é dever da escola, com ajuda do MEC, realizar aulas que envolvem o cotidiano com professores de biologia sobre uma educação sanitária envolvendo todas as idades e incentivando a procura médica para que elas ensinem em suas casas a importância da precaução. Além disso, a OMS, junto a União, aumente a quantidade de vacinas nos postos de saúde nos municípios e cidades, com pelo menos 80% da população vacinada e buscando soluções para que todos garantam seus direitos.