O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 03/10/2018
A lei Orgânica da Saúde 8.080/90 prevê a seguridade ao Sistema Único de Saúde (SUS) ao qual o Estado tem que promover a promoção, proteção e a reabilitação do indivíduo. Contudo, o reaparecimento de doenças erradicas no Brasil, como poliomielite e sarampo é uma problemática para o país, uma vez que estas enfermidades são complexas e há um maior gastos para manter o tratamento. Logo, o aumento dos enfermos levará para colapso da rede pública de saúde.
É oportuno ressaltar que o reaparecimento de doenças é conseqüência de ausência de medidas públicas como a falta de fiscalização nas fronteiras brasileiras destinada a inspecionar a saúde dos imigrantes. Segundo o infectologista Anselmo Dias, professor da Universidade de São Paulo (USP), medidas de inspecionar a saúde de imigrantes ajudaria reduzir o número de doenças como sarampo, por exemplo, no estado de Roraima. Logo, promover a proteção do indivíduo é garantir o direito do cidadão conforme a constituição promulgado em 88.
Além disso, a população brasileira carece de educação voltada para saúde isso contribui para que enfermidades que foram escassas pela campanha “zé gotinha” destinada a erradicação da poliomielite, conhecida como paralisia infantil voltasse novamente. Uma vez que, a vacinação contra essa doença não está atingindo nível significantes de crianças. Sendo assim, o incide de crianças que contraíram o vírus em 2017 subiram 15% segundo o Datafolha.
Portanto, para que o reaparecimento de doenças erradicas no Brasil, é necessário que o Governo Federal, com ações do Ministério da Saúde,, alerte a população por meio de campanhas no rádio e na tv, sobre os riscos do reaparecimentos dessas doenças. Ademais, as universidades precisam, por meio de ações comunitária em parceria da secretária de Saúde campanhas de vacinação. Dessa forma, garantindo a promoção, proteção e reabilitação do indivíduo, uma vez que saúde é direito de todos e dever do Estado.