O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 25/10/2018
Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garantem a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude do meio ambiente e da falta de preparação dos postos de saúde.
Em primeiro plano, o reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil encontra terra fértil na falta de empatia. Na obra ‘‘Modernidade Líquida’’, Zygmunt Bauman defende que a pós-modernidade é fortemente influenciada pelo individualismo. Essa liquidez influi sobre a questão do meio ambiente, por exemplo, muitos lixos são despejados nas ruas, dessa forma, ocasiona o entupimento de boeiros e consequentemente a água não toma seu rumo correto e fica parada, ocasionando assim, uma fácil proliferação do mosquito da dengue.
Em segundo plano, a falta de preparação dos postos de saúde torna-se um grave impulsionador do problema. Em casos recentes, por exemplo, da epidemia da febre amarela, os postos não estavam preparados antes para uma grande demanda. Além disso, doenças como sarampo, pólio e tétano, vacinas básicas, mais que, muitas vezes, as pessoas acabam negligenciando agrava o problema. Dessa forma, também deve haver uma maior preparação dos postos de saúde.
Sendo assim, portanto, o direito à saúde integrada deve ser efetivada. O Governo em parceria com Ministério do Meio Ambiente, deve fiscalizar e punir indivíduos que poluem as ruas, por meio de câmeras de monitoramento em áreas de enchentes, a fim de minimizar a poluição e a proliferação de doenças erradicadas, como a dengue. Ademais, o Governo juntamente com o Ministério da Saúde, deve investir mais no abastecimento de vacinas nos postos de saúde, com isso, por meio das mídias televisivas informar os cidadãos a importância de se prevenir, afim de manter a população preparada para surtos ou epidemias das doenças.