O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 20/10/2018
“Vacinar é um ato de amor” essa era a frase de propaganda da vacinação da “gotinha” que serve para prevenir contra a poliomielite. Apesar dos altos investimentos do governo, doenças consideradas erradicas, ou seja, eliminadas, voltaram à aparecer, como, por exemplo, o sarampo, a poliomielite e a febre amarela. Isso se deve, principalmente, ao movimento anti-vacinação e, além disso, a má distribuição das vacinas pelo país.
Primeiramente, segundo o site do Governo Federal, o Brasil é um dos países que mais oferece vacinação no mundo, são cerca de 300 milhões de doses anuais. Porém, em pleno século XXI, têm-se pessoas que acreditam que a vacinação não surte efeito e, por isso, decidem não vacinarem. Por sua vez, a taxa de vacinação recomendada pelo OMS em um país é 91%, no entanto, o Brasil alcançou apenas 86% dessa taxa, o que apresenta um risco para toda a população, como, por exemplo, para mulheres grávidas.
Além disso, apesar de ter um grande programa de vacinação, o PNI, Programa Nacional de Imunização, a má distribuição das doses de vacinas é algo recorrente no Brasil. Segundo o site do R7, no início de 2018, o Mistério Público de São Paulo declarou a falta das doses de vacinas contra a febre amarela e, até mesmo, ausência de seringas e agulhas para aplicação em algumas hospitais do estado.
Sendo assim, considerando-se a problemática, vê-se como fundamental que o Governo Federal, juntamente com o Mistério da Saúde, aumente a fiscalização das distribuição das vacinas em hospitais de todos os estados brasileiros, para que todos tenham o acesso igualitário a vacinação. Além disso, a mídia, junto com o Ministério da Saúde, podem criar uma propaganda explicando de maneira simples como a vacina age no nosso organismo, afim de se ter uma população conscientizada.